Avaliação de risco e consultoria na área da prevenção da Legionella.

A CIMAI possui departamento técnico que está habilitado a prestar serviços de consultoria na área da avaliação de risco e na elaboração de procedimentos de manutenção preventiva e corretiva afim de se mitigarem esses riscos. O nosso trabalho é sempre desenvolvido em conformidade com a Lei 52/2018, alterada pela Lei 40/2019 e regulamentada na portaria 25/2021.

A doença do Legionário é uma pneumonia grave e potencialmente mortal provocada pela Legionella pneumophila. Esta é a doença mais grave provocada por esta bactéria, a qual pode de forma menos grave provocar a febre de Pontiac. São conhecidas cerca de 47 espécies de Legionella. As bactérias do género Legionella encontram-se em ambientes aquáticos naturais e também em sistemas artificiais, como redes de abastecimento/distribuição de água, redes prediais de água quente e água fria, ar condicionado e sistemas de arrefecimento (torres de refrigeração, condensadores evaporativos e humidificadores) existentes em edifícios, nomeadamente em hotéis, termas, centros comerciais, industrias e hospitais. Surgem ainda em fontes ornamentais e tanques recreativos, como por exemplo jacuzzis.

A infecção transmite-se por inalação de gotículas de vapor de água contaminada, aerossóis, de dimensões tão pequenas que veiculam a bactéria para os pulmões, possibilitando a sua deposição nos alvéolos pulmonares.

Os fumadores, pessoas com problemas respiratórios crónicos, doentes renais e de um modo geral imunodeprimidos têm maior probabilidade de contrair esta doença.

Existem condições que potenciam o crescimento e multiplicação da Legionella, nomeadamente:

  •  Temperatura da água entre 20°C e 45°C, sendo a ótima entre os 35ºC e 45ºC
  •  pH entre 5 e 8
  •  Humidade relativa superior a 60%
  •  Zonas de reduzida circulação de água (reservatórios de água, torres de arrefecimento, tubagens de redes prediais, pontos de extremidade das redes pouco utilizadas, etc)
  •  Presença de outros organismos (e.g. algas, amibas, protozoários) em águas não tratadas ou com tratamento deficiente
  •  Existência de um biofilme nas superfícies em contacto com a água
  •  Processos de corrosão ou incrustação
  •  Utilização de materiais porosos e de derivados de silicone nas redes prediais, que potenciam o crescimento bacteriano
  •  Presença de metais

 

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